quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Uma pena Beth...


Um dos programas que mais me dá prazer em assistir é o Saia Justa. Quatro mulheres, cada uma a sua maneira, expõem suas opiniões sobre os assuntos ali debatidos. Mônica Waldvogel, Maitê Proença, Beth Lago e Márcia Tiburi, são as protagonistas do papo informal e extremamente interessante. Quatro mulheres bem diferentes, justamente por isso o diálogo se faz tão intenso e delicioso.
Mas o que me trouxe a escrever hoje foi a Beth Lago. Sou fascinada pelo humor ácido e sarcástico dela. Adoro suas opiniões curtas e grossas e suas declarações autênticas. No entanto, uma de suas falas me intrigou. Não, na verdade, não fiquei intrigada, ás favas a norma e a boa educação: fiquei puta da cara mesmo.
Em um papo sobre o porquê ainda as mulheres desejam, sonham e se enlouquecem por casamento já que conquistaram direitos e blá blá blá, o que culminava, na minha opinião, com a perpetuação da ideia de que homem é pra sustentar a mulher, Márcia Tiburi com sua magistral filosofia, mas criando um abismo entre o lado profissional e o lado pessoal, disse que a mulher não precisava mais casar, pois hoje as portas do mercado profissional estavam abertas á ela, ela poderia ser top model, médica, estilista, professora... entre outras profissões citadas pela filósofa.
O que me deixou pê da vida, foi que Beth Lago, ao escutar a profissão PROFESSORA, como uma das justificativas pra ela não casar e ter independência disse: professora, não.
E ponto final. Não argumentou. Márcia Tiburi continuou com seus argumentos fantásticos, mas minha cabeça ficou na frase professora, não... E eu perguntou: Professora, não, por quê???
Por que professora, não...

... se foi por uma professora que Beth conseguiu juntar letrinhas para que pudesse ler o suficiente pra estar sempre à frente do seu tempo?
... se foi por meio de uma professora que fez com Beth pudesse explanar tão bem sobre os mais diversos acontecimentos ao nosso redor no programa Saia Justa?
... se foi por uma professora que fez, implicitamente, com que Beth pudesse ter acesso ao mundo da moda mostrando-lhe que a interpretação dos fatos é condição sine qua non para que estejamos no topo?
... se foi por uma professora que Beth conseguiu ler a Vogue e a Elle sejam elas em qual idioma estiverem?
... se foi por uma professora que Beth inicialmente teve a noção de organização da língua, para que depois pudesse falar qualquer uma delas tão bem?

Realmente, nós professores, não lidamos com glamour, estrelismos e nem com o mundo onírico e fascinante da mídia, mas temos a faca e o queijo nas mãos para que tudo isso seja lido realmente como se deve: com criticidade, racionalidade, livre de ingenuidades e com perspicácia suficiente para que os sujeitos que passarem por nós possam interpretar discursos e, assim, formar opiniões sobre tudo e todos.
Uma pena, Beth, que teu comentário não foi: professor, sim. Apenas por agradecimento aos teus anos de educação formal, que com certeza corroboraram para que sejas brilhante, com raras exceções.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

A chata

Sabe aqueles dias em que a chatice toma conta de ti??? Prazer, tô habitando um deles.
Tô me sentindo muito chata. Eu falo e nem eu me aguento, escuto a minha voz e me irrito.
Pausa para um grito:
Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!
Despausa para o grito.
Acho que enquanto eu assoviava saltitante pelo bosque fui abduzida, abriram meu cébiro e fizeram um dowlond dos chatos mais chatos do Reino da Chatolândia em mim.
E cá estou: chata de dar dó.
Vou tentar desvendar o assassino do Cold Case (que já vai começar) e desbancar aquela loira, feia, aguada e magra pracarai da Lilly Rush pra ver se eu melhoro.
Rá! E quando eu tiver legal, simpática e faceira volto pra contar do meu livro de Serial Killer. FBI me aguarde.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Os lados da vida!!!!

E então... (marcador conversacional de quem quer enrolar!!!) a vida tem vários lados, não é mesmo??? Eu e minha amiga Maria sabemos bem disso...


De manhã estávamos na Lagoa do Jacaré tomando banho com a classe trabalhadora (palavras de Maria!), desviando de chuvas artificiais feitas com as mãos ( olha a chuuuuvaaaaa) e sendo atropeladas por colchões infláveis que lá no íntimo faziam o papel de meios de transportes aquáticos, já que a pergunta que mais ouvíamos era "qué carona?" e a noite palestrávamos na aula inaugural de cursos de EaD da FAGE em Arroio Grande, dando entrevistas para para a rádio, jornal, tirando fotos com otoridades e sendo aplaudidas...




A vida tem dessas coisas, mas eu e a Maria superamos as expectativas!!!


A propósito, quer saber onde estava melhor???




segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Pergunta que não quer calar!

Por que todo pobre que se preza fala menas, pobrema, largatixa, come chachicha e iorgute, adora dar um baile de consoantes no nome dos bacuri (Mellanye, Woshynton, Kimberly), esquece do ão no final das palavras e diz questã e indigestã e tem sempre uma pilha de telha e tijolo no quintal ????
Alguém tem alguma sugestã???

Vale a pena estar vivo!

No filme Manhatan (1970), Woody Allen, um escritor quarentão, está prestes a acabar com a sua vida e começa a pensar em coisas que, talvez, valessem a pena estar vivo. E são coisas mesmo, nada de familiares e tal. Ele enumera, dentre outras coisas que não lembro, a Nona Sinfonia de Bethooven e Educação Sentimental de Flaubert. Numa tentativa de mímese, vou enumerar algumas coisas pelas quais vale a pena estar vivo (mas não estou prestes a me matar!)

Match Point, do próprio Woody Allen;
Os pensamentos selvagens de Focault;
A vista linda da travesssia de Rio Grande e São José doNorte;
Patrick Swayze em Ritmo Quente;
A praia do Cassino;
Um C4 Pallas preto;
Uma calça Levis;
Cantar bem alto : "Fazer amor de madrugada (em cima da cama, embaixo da escada)";
Ler Ruben Fonseca;
Perceber-se como uma personagem de Nelson Rodrigues;
Escrever e ser lida;
Comer melancia e jogar a semente nos outros;
Shakira e sua Antologia;
Uma bolsa Victor Hugo (nada de 25 de março!);
Rir muito de doer a barriga;
Se roer depois de ver Closer;
Identificar os assassinos de Cold Case antes da Lilly Rush...
Quais as coisas que valem a pena ESTAR VIVO pra ti???

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Ai ai ai ai ai...

Minha fama de escritora-professora-trabalhadora-loira-fashion-inteligente-sensata e humilde me rendeu uma coluna no site VIBESUL.
Já enviei as fotos pra "capa" da coluna e o Superlativos se fará presente lindo e loiro lá também!

Autógrafos??? Agora não, minha gente, só depois que a coluna estiver no ar. Gente apressada...

E os dente cai tudo de quem não for lá me ler.

Parabéns pra você!



Vivaaa!


Hoje o bróg tá completando um aninho de vida! Um ano de insanidades, desabafos, desafios, humor, sarcasmos e até ameaças!!!


O moço é aquariano como a minha amiga Cinthia!!!


Quem vier dar parabéns pro bróg hoje ganha, ganha, ganha um lindo, mas um lindo, um bem lindo... OBRIGADA!!!! (adoro essas promoções de blog!).



terça-feira, 26 de janeiro de 2010

A CATARSE

Conversando com minha amiga Bel que eu amo de paixão e que tem sempre uma frase exata na hora exata, do tipo: "Ritaaaa, tu tá louca, vai te tratar!", me deu uma vontade de escrever. E escrever de verdade. A Bel me faz filosofar. Me faz questionar.
E então a Bel me dizia que quando a TPM toma conta de seu corpo, não há nada que seu namorado loiro da Silva Juliani faça que a impeça de querer matá-lo com uma morte bem horrenda, dolorosa e esperta que nem o CSI descubra. (Já escrevi sobre isso aqui em algum lugar do passado!)
Se ele diz sim, é briga. Se diz não, é briga. Se não sabe, é briga. Se silencia é briga.
E a Bel sabendo da minha intensa queda pela psicologia terapêutica fashion e loira (cuma?) me perguntou: O que é issoooooooooo? Tá muito sériooooooooooooooo!
A minha resposta, pelo Gtalk, foi:
Bebel, não entendo de TPM, mas sei que ela intensifica tudo. Superlativiza os extremos. Potencializa o que é mínimo e denuncia o que tá escondido. Tá certo que eu disse algo do tipo, "Bel vai te tratar logo que eu tô com medo de ti", mas pra ficar bonito no registro, eu botei aquelas frases supracitadas!
A insatisfação emergida pela TPM denuncia que nós, mulheres, focaultianas, modernas, lindas, loiras e desconcertadas necessitados de emoção pra nos sentirmos vivas. Não aceitamos o mediano, queremos o intenso. O sofrimento? O máximo. A alegria? A extrema, a absoluta. Não existe meio termo pra nós. Queremos o auge. Queremos o ilimitado.
Não nos contentamos com uma vida de propaganda de margarina, com a aparente felicidade da dona de casa que usa Vanish ou com o acabar do dia vendo Jornal da Globo. Queremos mais. Queremos sempre mais. E a TPM só nos mostra isso.
É apenas a catarse do nosso ir além.
Meu diagnóstico, Belzinha, é simples: Estás viva no sentido mais concreto e abstrado de viver.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Desejo!


Eu queroooooooo!

Fernanda faz pra mim, enquanto seu Lobo não vem???

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Segredinho

Vou contar um segredo: Acho que o Lázaro Ramos faria uma Helena melhor.

A explicação!


E então... a pedidos de milhares de leitores sedentos de curiosidade pra saber do meu dia de Otoridade, eu voltei. Voltei, minha gente, amada!

Pois é, fui autoridade.

Entrei atrás do reitor e sua trupe na formatura de Pedagogia que a minha irmã se formou. Mas nem pensa que isso é nepotismo, cara pálida.

A musiquinha era meio assim: oin oioin oioin (deu pra sentir a vibe?) Parecia uma gaitinha escocessa. Imita com a boca e imagina, eu, linda, loira de toga, beca e mega-ultra-super maquiada na fila atrás do reitor.

Ómaigódizinho, é muita autoridade prum corpo só!

O reitor deve ter ficado muito honrado!!!

Mas não é só isso, meus caros leitores. Além de desfilar na Furg Fashion Week na cola do reitor, eu fui citada no discurso. Ci-ta-da com nome e sobrenome e tudo mais:

... (o inicinho eu não lembro) as jovens, mas tão bem preparadas professoras Vanise, Janice e Rita Germano (assim mesmo: RI TA GER MA NO ) pra não deixar dúvidas de que era euzinha mesmo.


Ai ai ai ai ai ai ai sou tão famosa!!!

Peraí que ali dar uma coletiva de impressa e já volto.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Rapidíssima

Hoje eu sou autoridade.
Explico depois.
Câmbio desligo.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Figurante, não!

Quando eu nasci, o médico me deu um tapinha na minha bundinha ( o inha foi pra rimar com o tapinha) e disse:
- É uma menina linda, loira, inteligente e vai ser atriz!
Tá, eu acho que ele só disse "é uma menina", mas tenho certeza de que pensou em dizer o resto...
E então desde então, eu faço o meu discurso pra quando eu ganhar o meu Oscar.
Acontece que agora tá muito perto de isso acontecer. Não, não tem nada ver com eu ser a próxima Helena...
Assim ó: na cidade onde trabalho vai ser filmado o Histórias Extraordinárias, de um hospital que pegou fogo e os espíritos aparecem tudo até hoje... Búúúúúúu´... Então a seleção de atores aconteceu do lado da minha sala. Cheguei pra trabaiá e tava o vuco vuco armado: Fábio Assunção, Gianechini, Marília Pera... (tá, essa gente é licença poética). Tava um pessoal lá da RBS e uma fila de gurias de chapinhas de aproximadamente 15 anos e 40 quilos cada.
E então, voltando ao trabalho... até me dirigir à minha humilde sala, falei com o pessoal, dei umas tropeçadas, fiz pose pra câmera e quando me sentei pra fazer um memorando(uau, que emocionante, um me-mo-ran-do!) uma mulher da organização perguntou se eu não queria fazer o teste.
Omaigódi. Teste eu??? Sou tão simplinha... Fiquei verde- azulada- violeta-púrpura (porque rosa chiclete é piada de 2009) e disse:
-Não, capaz!
Tá bem, a moça não insistiu e saiu.
Depois de um tempo, o meu ego foi lá em cima, porque ela me perguntou se eu não queria mesmo fazer. Confesso que me senti a Sheron Stone, já me imagindando dando uma coletiva com uma taça de água na frente, no Faustão, no Jô, na Opra...
Mas o meu bom senso falou mais alto e eu disse não outraveiz.
Disse não... porque iam me colocar de mãe daquelas adolescentes de quarenta quilos sedentas por um bife. Disse não porque eu ia ser uma doente cheia de olheira que morria no final.Disse não porque eu poderia ser uma enfermeira gorda de branco e mau humorada. Disse não porque eu ia ser um espírito sem luz, logo eu, tão iluminada. Disse não porque eu queria ser a vilã e não tem vilã...
Na verdade eu não tava preparada pra receber o Oscar ainda.
Pára, gente, meu discurso ainda nem tá pronto!!!

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

O Gugou

Sou fã do Gugou. É, gente, o Gugou, aquele site que a gente acha tudo! Entendeu agora???
O Gugou é o livro de receitas da mulher moderna, o médico da mulher ansiosa, o detetive da mulher curiosa, a enciclopédia da leitora rápida (???). Eu amo o Gugou.
Ou melhor, amava...
Nosso amor acabou quando eu coloquei meu nome pomposo RITA PEREZ GERMANO DE BRAGANÇA E ORLEANS II
(tá, de bragança e orleans é sonho) e enchi meu peitcho de orgulho quando apareceram meus livros, meus discos, minhas obras primas (cuma?)... Mas me virei num cão quando vi meu telefone.
O Gugou tem o meu telefone!!!! Tá certo, fiquei meio assim miachandoafamosa, mas não gostei.
E se me ligarem ameaçando me roubar??? Me depilar??? Me deixar careca???
Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Que falta de privacidade, heim, Sr Gugou?!

domingo, 10 de janeiro de 2010

Quando Deus me desenhou...

Acho que quando Deus me desenhou ele não tava namorando...
Neste belo sábado de sol fui visitada por bolhas indesejáveis vindas de uma galáxia bem distante. Elas gostaram tanto de mim que se alojaram em meu belo pescoço, minhas ricas bochechas e meus enlouquecedores olhos.
Posso com isso???
Deus pensou: é muito lindeza, gostosura, inteligência e loirice pra uma pessoa só. Bota umas alergias nela.
E assim, Deus me fez. Cheia de alergia.

Hummmmm....

Você já se imaginou na entrega do Oscar do ladinho do Brad Pitt e quando ele ganha a tão sonhada estatueta oferece pra você, te puxa pra cima do palco e te dá um beijo daqueles na frente de todas as divas hollyoodianas lindas e loiras???
Já teve essa sensação de prazer, volúpia e satisfação ???
Então experimenta comer o Sorvete de Leite Condensado Moça Receitas Caseiras da Kibon... Experimenta e me diz se não é a mesma coisa que ser a senhora Pitt em plena entrega do Oscar!

O glamour eu tenho, só me falta a grana!

Sabe, eu acho que glamour é o que há na vida! Tá sem essa de dizer que saúde, paz, amor e união são mais blá blá blá porque isso é óbvio. Eu tô falando de enfeitar a vida.
Eu tenho essa mania. O que parece simplinho, simplinho eu tento transformar. Um exemplo???
Meu meio de transporte para o trabalho é a lancha. Eu não ando de lancha, eu navego pela Laguna dos Patos. Sentiu a diferença???
Eu não fico me achando... eu sinto um acréscimo de estima por mim mesma!!!
Eu não sou esfomeada, só sinto uma necessidade anormal de entreter os dentes!
Codiloco??? Que nada! Isso é glamour!
Põe glamour na tua vida. Freud já disse: glamourar é preciso!
Disse????

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

O ano novo...

Tem um poema do Drumond que, com uma linguagem direta, mas poética, diz que o cara que cortou o tempo em fatias e o dividiu em anos é um gênio.
E é um gênio mesmo...
Tudo se renova, esperenças, amores, promessas. Nascemos de novo a cada virada de ano, nos enchemos de esperança, alegria e entusiasmo. Se o ano que passou não foi lá essas coisas, fica a vontade de que com um número diferente as coisas ruins fiquem onde estavam e as boas venham para nós.
Vivemos um dia após o outro. Uma noite, um dia, uma noite, um dia...
Mas essa noite é especial, pois não é só mais uma noite, é a noite que a fé e a esperança andam de mãos dadas.É a noite em que percebemos que tudo pode ser melhor. É a noite em que dispensamos os limites e voamos alto.
Meu reconhecimento para o cara que cortou o tempo em fatias e o tirou do abstrato, fazendo com que um número a mais na direita nos revigore.

domingo, 27 de dezembro de 2009

Ronaaaaaldo

E minha mãe repassando a singular e supernecessária informação de que a esposa do Ronaldo Nazário havia feito uma cesárea, começou:

- A esposa do Ronaldo Cesáreo....

Conclui, com toda a minha pressa do mundo, sem deixá-la molhar o bico:

- Fez uma nazária?

Falei que ia contar essa história aqui e ela não gostou muito.

Mantra do dia: Mãe não lê. Mãe não lê. Mãe não lê.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

E...


...no amigo secreto que eu tinha medo de ganhar um batom roxo e potinhos da vaca...


Adivinha???


Ganhei uma agenda preta com capa de couro dijudiar de tão chique!


Será que foi porque eu avisei que presente feio, brega e barato os dente caia tudo num soco só???


Às vezes um tantinho de humor ácido faz tão beemmm!
Lá lá lá lá lá láiaaaaaaa, amei minha agenda!